Rafaela e Cezar

9, julho, 2007 at 7:41 pm Deixe um comentário

Ele é um adolescente tardio, com seus piercings, morando com os pais, ganhando pouco e fazendo faculdade de educação física. Ela é precoce, ainda estagiária de uma grande empresa, mas com sonhos e planos que vão longe. Quer comprar uma casa, casar, ter filhos. Ele quer jogar bola, sair com os amigos, tomar um porre vez ou outra. Parecem incompatíveis, mas se amam. E sofrem. Ele acha que ela não lhe dá liberdade, que o pressiona. Ela acha que ele não quer nada da vida, que ela não está nos seus planos. Vão e voltam, chorando nos seus atropelos. Viram as costas, só para poderem se olhar de soslaio. ‘Eu o amo, mas…’. ‘Eu a amo, mas…’. Ignoram a superfluidade do período composto quando o assunto é amar. São crianças, ainda aprendem. ‘Eu o amo’. ‘Eu a amo.’. E ponto final, sem ‘mas’.

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A saga para vender um carro usado E lá vem a Web 3.0 (a.k.a. Web Semântica)

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