Flock, o browser da Web 2.0

flock.jpgFoi lançado o Flock, o ‘browser das redes sociais’.  Disponível para Windows, Linux e Mac, o Flock possui interface com os principais sites 2.0. Você pode logar no Youtube, Flickr, Facebook, etc., e ficar sabendo quando seus amigos entram, postam fotos e vídeos. Além disso, você pode arrastar e soltar conteúdo de um site para outro, postar conteúdo diretamente no seu blog, receber RSS. Pelo menos isso é o que o site conta. Acabei de instalar o browser e posto aqui algumas das minhas opiniões.

1. O browser é lento. Pode ser impressão, falta de cache (afinal acabei de instalar) mas a sensação é que demora mais para carregar uma página do que em outros browsers.

2. Aparentemente, por trás está rodando o Firefox. Vou procurar saber mais. Se alguém tiver informação, eu agradeço.

3. Para quem tem blog, basta cadastrá-lo (aceita blogger, WordPress e outros) e postar diretamente. Tem uma interface bonitinha, sem precisar acessar o site. Ao clicar em ‘publish’, ele pergunta em qual blog você quer postar, quais as tags a serem associadas e pronto. Parece bom.

4. Além de possuir um sidebar com os RSS cadastrados, ao entrar em um site que possua RSS, um ícone laranja ’se acende’ e você pode prever o conteúdo que o site provê.

5. Ao lado da barra de endereços tem um botão que permite mandar o endereço por email. Mas é apenas o conhecido ‘mailto:’. Queria poder mandar do meu Gmail. Aliás, senti falta de acessar meu Gmail diretamente.

6. Os brasileiros vão sentir falta de uma conexão com o Orkut.

7. Dá para arrastar fotos do computador para sites como o Flickr e vice-versa. Ainda estou aprendendo, mas já consegui fazer um upload direto para o Flickr e navegar no media bar, vendo as minhas fotos online. Daí é só selecionar uma imagem, escolher ’share’ e mandar direto pro blog. Gostei!

Vou continuar explorando um pouco mais o Flock. Se tiver grandes novidades, volto aqui para contar. De qualquer forma, ninguém pode negar que foi uma bela sacada. Vamos ver se cai nas graças do povo e o software se mantem.

1 comment 5, Novembro, 2007

Rede Social Genealógica

Vi ontem no IDGNow! e fui lá conferir. O site GeneTree foi criado para aproveitar a onda das redes sociais. O mote é encontrar familiares distantes, montar sua árvore genealógica e, hummm…, compartilhar fotos e vídeos, que ninguém é de ferro. O destaque para mim é: o site não pretende ganhar dinheiro vendendo links e banners. O site vende testes de DNA! Isso! Se você pagar US$99 ou US$149 (dependendo da complexidade do teste) você faz o teste e pode procurar pessoas que talvez sejam familiares seus que você desconhece. Achei ousado. E achei criativo. Adoro cases onde o mundo ‘físico’ encontra seu espaço no ‘virtual’.  O GeneTree era um site de exames de paternidade, que se diz o primeiro site a oferecer testes de paternidade online. O Ele se fundiu com o Identigene e a empresa resultante é quem criou o novo site. Vamos acompanhar.

1 comment 25, Outubro, 2007

Camiseta detecta sinal Wifi

Que tal uma camiseta que detecta o sinal de uma rede sem fio e mostra sua intensidade? Por apenas US$29,90 ela pode ser sua. Dá para lavar na máquina; só precisa tirar as pilhas e adesivos antes de lavar. Nerd que é nerd não pode ficar sem uma.

Para comprar, clique aqui.

2 comments 8, Outubro, 2007

Desbloqueie seu iPhone via software

 Pronto. Saiu uma solução simples, sem ter que ser um hacker ou PhD em eletrônica para desbloquear o iPhone. O software iPhone SIM Free, desbloqueia o aparelhinho sem grandes complicações. Aquele amigo meu que veio dos EUA fez isso ontem e hoje eu presenciei uma ligação feita pelo iPhone dele. Tudo funcionando… Mapas, Youtube, internet, telefone. O software custa US$100.

Add comment 17, Setembro, 2007

iPhone, sem o Phone

Em um post anterior, comentei que ‘quase’ fazia sentido ter um iPhone, mesmo sem poder usar o aparelho como telefone. Eis que a Apple lança sua nova família iPod. A surpresa é o ‘iPod Touch’ [veja demo], que nada mais é do que o iPhone sem o Phone. Tem o design, a interface, conexão wireless, browser, etc. Para ajudar, o valor do aparelho foi reduzido. O iPod touch inicia com preço de US$299 [8Gb] e chega a US$399 [16Gb]. Outro destaque é o novo iPod Nano, com tela maior e capacidade de 4Gb [US$149] ou 8Gb [US$199]. O iPhone também caiu de preço; agora está US$399.

Ipod Touch

iPod Nano

Add comment 5, Setembro, 2007

Música e Interface

Hoje tive o prazer de ser apresentado ao Musicovery. É mais um site de streaming de áudio, uma rádio online. Ou quase. A interface rouba a cena e faz esse site se destacar. Você escolhe o seu ‘mood’ e/ou a época desejada e/ou os estilos musicais preferidos e na tela se forma um playlist gráfico no mínimo curioso. Os detalhes são a cereja do bolo: o ícone do browser se move, como bexigas subindo. Vale a visita.

misicovery.jpg

2 comments 3, Setembro, 2007

Eu vi o iPhone

Um amigo meu, voltando dos EUA, trouxe na bagagem um iPhone e tive a oportunidade de testar o brinquedo. A interface realmente é maravilhosa. Dar zoom afastando os dedos pela primeira vez é uma experiência inesquecível. ‘Quase’ faz sentido ter um, mesmo que o telefone ainda não funcione (pelo menos para quem não tem coragem de tentar desbloquear).

2 comments 3, Setembro, 2007

Publicidade bem humorada

Para quem não conhece, existe uma paródia do Festival de Cannes, o ‘Desencannes’, que teve sua segunda edição em 2007. Alguns anúncios de gosto duvidoso, infames, cheios de trocadilhos. Enfim, diversão garantida.Veja abaixo alguns dos meus preferidos ou veja a lista completa no site do festival.

Brokeback Mountain Capote

Santal

Volver Colgate Anhembi Morumbi J&J

Eurofarma Bavaria Vivo

HP

Add comment 24, Agosto, 2007

Privacidade: até que ponto se deve abrir mão dela?

O governo chinês vai instalar 20 mil câmeras de segurança na cidade Shenzhen, interligadas a um sistema de reconhecimento facial, por sua vez interligado a um banco de dados de pessoas com ficha criminal. Além disso, boa parte dos moradores deverá usar um cartão residencial com um chip que armazena várias informações dos habitantes (veja no G1). Em Londres, estima-se que um habitante possa ser filmado 300 vezes ao dia; lá há uma impressionante relação de 15 câmeras por habitante (veja na Gazeta do Povo). Assutador, não? A pergunta que fica: até que ponto você está disposto a abrir mão da sua privacidade em nome da segurança? Ou, sendo mais purista: é lícito abrir mão da privacidade em nome da segurança?

Vamos guardar essa pergunta por enquanto. Vamos mudar de assunto (ou, provavelmente, não). Em outro post, escrevi um pouco sobre a Web 2.0. Nunca a população quis (e pôde) tanto se expor. Procure no Youtube ‘Chinese boys’ e descubra o sucesso que dois adolescentes conseguiram fazendo dublagens de músicas famosas.  Chegaram a ser chamados para fazer um comercial para a Motorola. Japoneses entopem o site Twitter com SMSs dizendo o que estão fazendo naquele minuto (ou segundo, sei lá!). Os 15 minutos de fama estão cada vez mais à mão. O problema é que nesse afã, as conseqüências não são pesadas. Quem não sente um arrepio na espinha quando ouve que as empresas estão checando o profile no Orkut dos candidatos a emprego? Lembram da Katilce, a que foi beijada pelo Bono Vox no show do U2 no Brasil e teve o profile invadido por milhões de comentários?

Agora a Prefeitura de São Paulo quer implantar chips nos carros. O que é quase nada em relação às pessoas que estão sendo flagradas seminuas no Google Street View (tem um site só desses flagrantes. Veja aqui). É o pesadelo de George Orwell. Vivemos em 1984. E como no livro, muitos defendem as razões do Grande Irmão. ‘É pela segurança. Paciência’. Discordo. Ficamos cegos nos períodos de crise e tomamos decisões que impactarão nossas vidas quando a crise passar. Veja o Ato Patriótico. Faz sentido o governo poder saber que livros você pega na biblioteca? Na época do 11 de Setembro, muitos acharam que sim. Um funcionário do governo londrino deveria poder saber quando você limpa seu nariz? O custo é muito alto. A chance de nos arrependermos é grande. Entre a segurança e a privacidade, fico com as duas. Não se promove um direito fundamental pisando sobre outro.

Add comment 14, Agosto, 2007

Navegar sem clicar

Hoje visitei um site curioso. A proposta é permitir que se navegue sem clicar. Aliás, levei um susto quando cliquei sem querer. Propõe alternativas para botões sem clicar, avaliando prós e contras. Interessante, ainda que clicar não esteja na lista dos meus maiores problemas ultimamente.

http://www.dontclick.it

1 comment 13, Agosto, 2007

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