Posts filed under 'Tecnologia'
Camiseta detecta sinal Wifi
Que tal uma camiseta que detecta o sinal de uma rede sem fio e mostra sua intensidade? Por apenas US$29,90 ela pode ser sua. Dá para lavar na máquina; só precisa tirar as pilhas e adesivos antes de lavar. Nerd que é nerd não pode ficar sem uma.
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2 comments 8, Outubro, 2007
Desbloqueie seu iPhone via software
Pronto. Saiu uma solução simples, sem ter que ser um hacker ou PhD em eletrônica para desbloquear o iPhone. O software iPhone SIM Free, desbloqueia o aparelhinho sem grandes complicações. Aquele amigo meu que veio dos EUA fez isso ontem e hoje eu presenciei uma ligação feita pelo iPhone dele. Tudo funcionando… Mapas, Youtube, internet, telefone. O software custa US$100.

Add comment 17, Setembro, 2007
iPhone, sem o Phone
Em um post anterior, comentei que ‘quase’ fazia sentido ter um iPhone, mesmo sem poder usar o aparelho como telefone. Eis que a Apple lança sua nova família iPod. A surpresa é o ‘iPod Touch’ [veja demo], que nada mais é do que o iPhone sem o Phone. Tem o design, a interface, conexão wireless, browser, etc. Para ajudar, o valor do aparelho foi reduzido. O iPod touch inicia com preço de US$299 [8Gb] e chega a US$399 [16Gb]. Outro destaque é o novo iPod Nano, com tela maior e capacidade de 4Gb [US$149] ou 8Gb [US$199]. O iPhone também caiu de preço; agora está US$399.
Add comment 5, Setembro, 2007
Música e Interface
Hoje tive o prazer de ser apresentado ao Musicovery. É mais um site de streaming de áudio, uma rádio online. Ou quase. A interface rouba a cena e faz esse site se destacar. Você escolhe o seu ‘mood’ e/ou a época desejada e/ou os estilos musicais preferidos e na tela se forma um playlist gráfico no mínimo curioso. Os detalhes são a cereja do bolo: o ícone do browser se move, como bexigas subindo. Vale a visita.
2 comments 3, Setembro, 2007
Eu vi o iPhone
Um amigo meu, voltando dos EUA, trouxe na bagagem um iPhone e tive a oportunidade de testar o brinquedo. A interface realmente é maravilhosa. Dar zoom afastando os dedos pela primeira vez é uma experiência inesquecível. ‘Quase’ faz sentido ter um, mesmo que o telefone ainda não funcione (pelo menos para quem não tem coragem de tentar desbloquear).

2 comments 3, Setembro, 2007
Privacidade: até que ponto se deve abrir mão dela?
O governo chinês vai instalar 20 mil câmeras de segurança na cidade Shenzhen,
interligadas a um sistema de reconhecimento facial, por sua vez interligado a um banco de dados de pessoas com ficha criminal. Além disso, boa parte dos moradores deverá usar um cartão residencial com um chip que armazena várias informações dos habitantes (veja no G1). Em Londres, estima-se que um habitante possa ser filmado 300 vezes ao dia; lá há uma impressionante relação de 15 câmeras por habitante (veja na Gazeta do Povo). Assutador, não? A pergunta que fica: até que ponto você está disposto a abrir mão da sua privacidade em nome da segurança? Ou, sendo mais purista: é lícito abrir mão da privacidade em nome da segurança?
Vamos guardar essa pergunta por enquanto. Vamos mudar de assunto (ou, provavelmente, não). Em outro post, escrevi um pouco sobre a Web 2.0. Nunca a população quis (e pôde) tanto se expor. Procure no Youtube ‘Chinese boys’ e descubra o sucesso que dois adolescentes conseguiram fazendo dublagens de músicas famosas. Chegaram a ser chamados para fazer um comercial para a Motorola. Japoneses entopem o site Twitter com SMSs dizendo o que estão fazendo naquele minuto (ou segundo, sei lá!). Os 15 minutos de fama estão cada vez mais à mão. O problema é que nesse afã, as conseqüências não são pesadas. Quem não sente um arrepio na espinha quando ouve que as empresas estão checando o profile no Orkut dos candidatos a emprego? Lembram da Katilce, a que foi beijada pelo Bono Vox no show do U2 no Brasil e teve o profile invadido por milhões de comentários?
Agora a Prefeitura de São Paulo quer implantar chips nos carros. O que é quase nada em relação às pessoas que estão sendo flagradas seminuas no Google Street View (tem um site só desses flagrantes. Veja aqui). É o pesadelo de George Orwell. Vivemos em 1984. E como no livro, muitos defendem as razões do Grande Irmão. ‘É pela segurança. Paciência’. Discordo. Ficamos cegos nos períodos de crise e tomamos decisões que impactarão nossas vidas quando a crise passar. Veja o Ato Patriótico. Faz sentido o governo poder saber que livros você pega na biblioteca? Na época do 11 de Setembro, muitos acharam que sim. Um funcionário do governo londrino deveria poder saber quando você limpa seu nariz? O custo é muito alto. A chance de nos arrependermos é grande. Entre a segurança e a privacidade, fico com as duas. Não se promove um direito fundamental pisando sobre outro.
Add comment 14, Agosto, 2007
Navegar sem clicar
Hoje visitei um site curioso. A proposta é permitir que se navegue sem clicar. Aliás, levei um susto quando cliquei sem querer. Propõe alternativas para botões sem clicar, avaliando prós e contras. Interessante, ainda que clicar não esteja na lista dos meus maiores problemas ultimamente.
1 comment 13, Agosto, 2007
Medalhistas do tae kwon do dão entrevista no Second Life
Atletas medalhistas do tae konw do, Diogo Silva e Márcio Wenceslau, deram entrevista no Second Life na terça, dia 17, após suas conquistas. A conversa teve pico de 30 avatares presentes. Segundo o COB, a audiência foi baixa porque não houve tempo para a divulgação. O avatar do Diogo ficou parecido…
Leia a entrevista no Estadão.

Add comment 19, Julho, 2007
Desinvestimentos no Second Life
Mais notícias contra o Second Life. O site O Debate e o Terra afirmam que agências nos EUA estão retirando a presença de seus clientes no SL, devido à baixa audiência e até mesmo ‘hostilidade’ de alguns avatares. Mais uma vez, os números de usuários do site são contestados.
Veja o post anterior, O que esperar do Second Life.
Add comment 19, Julho, 2007
O blog não tem sobrenome
Estava lendo há pouco no Webinsider um post de Gilberto Alves Jr., comentando que o blog, apesar de ter nascido como diário de adolescente [sic], tornou-se ferramenta poderosa de publicação de conteúdo para jornalistas, escritores, etc. Até aqui concordo.
Mais à frente, ele sugere que seja feita uma distinção entre ‘blog de conteúdo’ e ‘blog pessoal’. O ‘blog de conteúdo’ é um blog para tratar determinado assunto, para alcançar um nicho. Esse é um ‘blog sobre vinhos’ e aquele é um ‘blog sobre tecnologia’. Por outro lado, o ‘blog pessoal’ é para as pessoas divulgarem suas experiências cotidianas, o tal ‘diário de adolscente’. Esse é o blog para se divulgar fotos do churrasco para os amigos. Por fim, o autor prevê que a molecada vai aos poucos migrar para alguma nova rede social (Orkut, Flickr, Youtube, etc.) e o blog vai começar a ser cada vez mais visto como uma fonte confiável de informação. Aqui começo a discordar…
Um blog pessoal não é, necessariamente, uma fonte não confiável de informação. Artistas, atletas, empresários possuem blogs e expressam opiniões legítimas neles. O mais importante é a relevância. Os blogs poderiam (mas não deveriam) ser classificados em ‘blogs relevantes’ e ‘blogs irrelevantes’. Digo que não deveriam, porque o conceito de relevância é relativo. O que é relevante para mim pode ser irrelevante para você. E aí está a beleza da internet. O joio é separado do trigo com um clique de mouse, e tem gente que chama de joio o que eu chamo de trigo. Não gostei, fecho a janela e não volto mais. Gostei, cadê o link para o rss?, amanhã vou olhar isso de novo. A informação está cada vez mais acessível e o leitor (ou ouvinte, ou telespectador) tem que ser cada vez mais crítico. Antigamente, você lia o Estadão, assistia o Jornal Nacional, pesquisava na Barsa e estava informado. Hoje a experiência é muito mais rica e complexa. Além de informação, buscam-se opiniões, referências, idéias, para confrontá-las, espremê-las e tentar tirar algum suco disso. Sou contra a dar sobrenomes ao blog. O maniqueísmo está em baixa. A internet não é preta ou branca, é cinza.
Add comment 18, Julho, 2007


